segunda-feira, 28 de julho de 2014

Alcoolismo afastou quase 100 mil do emprego nos últimos seis anos

 (g1.globo.com) - Nos últimos seis anos quase 100 mil brasileiros se afastaram do emprego ou foram demitidos por causa do alcoolismo, afirma o Ministério da Previdência. A doença é grave e costuma romper a ligação que os dependentes tinham com a família e com o trabalho.
O primeiro passo do ajudante de frete José Robério foi admitir que o problema existia. O segundo, procurar ajuda e, a partir daí, resistir, segurar, enganar a vontade de beber. Ele não bebe há 40 dias “Pretendo continuar assim, sem bebida alcoólica”, afirma.
O comerciante Paulo Chaves, dono de um botequim, faz o pedido semanal para repor o estoque. São R$ 500 em compras só de bebidas alcoólicas. As chamadas bebidas quentes, como a cachaça, são as mais vendidas. Ele diz que quem busca uma desculpa para beber, encontra muitas: “Está bebendo porque fez um mal negócio ou porque está chateado ou porque bebeu demais no dia anterior, tem que beber uma para sarar a ressaca. Tem essas coisas”.
“Acaba sendo gerado um problema para a Previdência em termos financeiros. A pessoa deixa de contribuir para a Previdência, porque está com direito a benefício e ainda gera despesa com o benefício”, explica Alexandre Zioli, coordenador de atuária do Ministério da Previdência Social.
Um homem que sofre com o alcolismo e prefere não se identificar conta que o encontro com o álcool foi um azar. Ele tinha 14 anos e estava começando a vida profissional em um grande banco. Hoje, aos 45 anos, trabalha como ambulante: "Enquanto eu estava bebendo, eu não parei em lugar nenhum. O álcool foi extremamante massacrante e impeditivo de que eu viesse a ser um ser de produção".
Mesmo sem beber há 13 anos, ele ainda não conseguiu restabelecer os vínculos familiares. "Eu, particularmente, sou extremamente só", relata.
Segundo a psicóloga Janete Pinheiro, que trabalha em uma clínica de reabilitação, a tolerância das famílias tem limite e aconselha que elas procurem ajuda para evitar um mal que pode ser ainda maior: o abandono do parente. “Sozinho esse caminho é bastante tortuoso porque ele ainda tem muito desejo de beber. Então, ele vai ficar brigando com isso. Entre andar nas pedras e beber sempre foi mais fácil beber”, orienta a especialista.
Em 2009, 13.797 pessoas foram afastadas do trabalho e receberam auxílio-doença por causa do alcoolismo. No ano passado, o número saltou para 16.480 afastamentos.


Eleitores que pediram transferência podem pegar título a partir de hoje


Foto: Internet
A partir desta segunda-feira, os eleitores que pediram inscrição ou transferência podem ir buscar o título de eleitor no cartório eleitoral mais próximo de sua residência. O prazo final para que a Justiça Eleitoral estivesse com essa documentação pronta para entrega também terminou nesse domingo (27).

Desde domingo, também estão disponíveis para consulta nos sites dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) os nomes das pessoas que comporão as Juntas Eleitorais. Esse órgão colegiado provisório é constituído por dois ou quatro cidadãos e um juiz de direito, que o presidirá e poderá nomear escrutinadores e auxiliares extras para os trabalhos.

Os nomes das pessoas indicadas para compor as juntas são publicados em tempo hábil para que qualquer partido político possa pedir a impugnação das indicações. Com a composição anunciada até 60 dias antes das eleições pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), as Juntas Eleitorais têm a obrigação de apurar, em até dez dias, as eleições feitas nas zonas eleitorais sob sua jurisdição, expedir os boletins de apuração e diplomar os eleitos para cargos municipais.


http://www.em.com.br

domingo, 27 de julho de 2014

Ronaldinho não joga mais pelo Atlético

A história de Ronaldinho no Atlético chegou ao fim. Nesta terça-feira, o irmão e empresário do meia, Roberto Assis, deve se reunir com a diretoria alvinegra para encerrar o contrato. A informação é do repórter da Itatiaia, Roberto Abras.
A diretoria do Atlético, por sua vez, ainda não tomou uma decisão pela saída do jogador por causa dos custos para a rescisão do contrato. Desta forma, a determinação pelo rompimento do vínculo de R10 com o Galo, que termina em dezembro, deverá partir de Assis.
O técnico Levir Culpi tem uma parcela de responsabilidade pela decisão da saída de Ronaldinho, já que o camisa 10 vinha perdendo espaço com o treinador e não teria boas perspectivas de ser titular até o fim do contrato.
Em pouco mais de dois anos no Atlético, Ronaldinho disputou 88 jogos e marcou 28 gols. Conquistou os títulos do Campeonato Mineiro e da Copa Libertadores na temporada passada, além da Recopa Sul-Americana neste ano, quando disputou a sua última partida pelo clube, na vitória sobre o Lanús por 4 a 3, na prorrogação.

Fonte: Rádio Itatiaia